21 de julho de 2017

Tempo e crise desafiam operadores de telemarketing

Setor emprega mais de 1 milhão de pessoas no Brasil; agilidade e boa comunicação são essenciais.

Agilidade, clareza, boa comunicação, tranquilidade e simpatia. Essas são características imprescindíveis para um operador de telemarketing, profissão que emprega mais de 1 milhão de pessoas no País cujo dia é comemorado hoje.

Nem sempre, principalmente quando se trata de serviços bancários ou de telefonia, a relação entre o operador e o interlocutor é amistosa. O segmento, porém, abarca profissionais que atuam em busca de doações para entidades assistenciais e filantrópicas.

A carreira atrai, prioritariamente, mulheres, talvez por demandar mais desenvoltura na comunicação.
Fato é que as operadoras precisam lidar com dois fatores escassos nos dias de hoje: tempo e dinheiro. “O grande desafio é buscar pessoas que se prontificam a aceitar a abordagem de telemarketing.

Jogo de cintura
Para que as barreiras não se tornem intransponíveis, já no início da ligação os operadores precisam apresentar-se rapidamente, falar um pouco sobre o produto ou serviço e perceber o momento certo para fechar a negociação. Tudo isso demanda sensibilidade e jogo de cintura.

Quando são contribuintes novos, a dificuldade é maior, mas o reconhecimento pelo trabalho favorece nossa atuação. Mas não tem jeito, temos de nos acostumar com os nãos… aí desligamos e encaramos a próxima ligação.

Operadores fazem cerca de 200 ligações durante as seis horas de expediente diário, mas a quantidade pode variar.

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