19 de abril de 2017

Marcas exclusivas de importados fidelizam clientes

Ao associar seu mix de importados a marcas próprias e exclusivas, o Princesa, conseguiu gerar fidelidade do público e agregar itens mais sofisticados ao sortimento. Isso, aliado a outras estratégias – como expansão de lojas – contribuiu para o crescimento real de 7,8% no faturamento em 2016. Só os produtos estrangeiros avançaram 42% em valor sobre 2015. A rede trabalha com cerca de 30 marcas, entre próprias e exclusivas, e com mais de 70 itens de alimentos e bebidas produzidos em países como Portugal, Itália, Espanha, França, Chile e até no Egito. Na lista estão azeites, vinhos, massas secas, conservas, embutidos, panetones, molhos e azeitonas. Há quatro anos, o Princesa só vendia bacalhau no Natal. Hoje, os importados representam 3% da receita da empresa. Um dos destaques do mix é o azeite espanhol Venta Del Baron.

Mesmo com preço inferior, a margem de lucro é maior em relação aos produtos brasileiros. Em alguns casos, chega a ser 30% superior. Outra vantagem é o prazo de pagamento ao fornecedor, que é de 90 a 150 dias, contra 20 a 50 normal. Para incentivar o consumo, o Princesa expõe esses itens no ponto natural e em pontas de gôndola e ilhas. Também são usados banners para identificar a origem do produto e oferecer informações adicionais. Agora, a ideia é expandir o portfólio com itens da Ásia e da Polônia. Até 2018, a expectativa é de que os importados representem 10% das vendas da empresa.

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